
Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, desfrutamos da belíssima poesia de Carlos Drummond de Andrade.
Reconhecido pelo governo federal como Ponto de Leitura no Brasil, passando a fazer parte da Rede Biblioteca Viva.Integra o Programa Nacional do Livro e Leitura (PNLL)conforme publicação no Diário Oficial da União, portaria n° 92 de 22 de dezembro de 2008.Vamos transformar o Brasil em um país de leitores!!!

Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, desfrutamos da belíssima poesia de Carlos Drummond de Andrade.

Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio CLube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da poesia de Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa
Publicado pela primeira vez in Presença, n.os 41-42, Coimbra, maio de 1934. Acerca da epígrafe que encabeça este poema diz o próprio autor a uma interrogação levantada pelo crítico A. Casais Monteiro, em carta a este último:
A citação, epígrafe ao meu poema "Eros e Psique", de um trecho (traduzido, pois o Ritual é em latim) do Ritual do Terceiro Grau da Ordem Templária de Portugal, indica simplesmente - o que é fato - que me foi permitido folhear os Rituais dos três primeiros graus dessa Ordem, extinta, ou em dormência desde cerca de 1888. Se não estivesse em dormência, eu não citaria o trecho do Ritual, pois se não devem citar (indicando a origem) trechos de Rituais que estão em trabalho [In VO/II.]

Na 157° edição do programa radiofõnico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM instigamos os sentidos com o som do ziper.
Em 1893, W. Litcomb Judson de Chicago, Estados Unidos, patenteou um sistema de fecho que era feito de ganchos e fendas que se agarravam para abrir e fechar. Ainda era um esboço do que conheceríamos mais tarde como zíper. Só em 1913, Teodoro Parejas, um sueco trabalhando nos Estados Unidos, desenvolveu as idéias de Judson e produziu um fecho semelhante só que sem os ganchos pontiagudos, usando no lugar "dentes" de metal. No começo, esse tipo de fecho era usado para bolsinhas que guardavam tabaco e dinheiro. Em 1917, a marinha americana começou a fabricar casacos que usavam o zíper na frente. Quem batizou o zíper de "zipper" foi B.G. Worth, baseado em modelos de fechos semelhantes usados em sapatos. Elsa Schiaparelli foi uma das primeiras estilistas a usar o zíper na moda, no início da década de 30.
Em Portugal adoptou-se a expressão "fecho éclair", vinda do francês fermeture Éclair, que se refere ao nome da sociedade detentora do registo da marca, Éclair Prestil SN.
Um zíper (português brasileiro) ou fecho-de-correr (português europeu) (também chamado no Brasil de fecho ecler e em Portugal de fecho éclair) é um fecho de correr utilizado em roupas e em artefatos de couro feito de dois cadarços com dentes metálicos, que se encaixam por ação de um cursor.
Fonte: Wikipédia
Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da belíssima história contida no livro: Cadê do Guto Lins. Este livro utilizado pelo ALACAZUM faz parte do acervo KIT PONTOS DE LEITURA conquistado pelo ALACAZUM quando participou do I CONCURSO PONTOS DE LEITURA 2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS do Ministerio da Cultura.
Na 157° edição do programa radiofõnico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre:
A mulher que cozinha numa panela de barro ao ar livre consome talvez oito vezes mais energia do que uma vizinha mais rica que cozinha num fogão a gás e em panelas de alumínio. O pobre que ilumina sua casa com lamparinas a querosene obtém um quinze avos da luz gerada por uma lâmpada elétrica de 100 W, mas consome a mesma energia. Estes exemplos ilustram o trágico paradoxo da pobreza. Para o pobre, a escassez de dinheiro constitui uma limitação maior do que a escassez de energia. Eles são forçados a usar combustíveis “livres” e equipamentos ineficientes porque não possuem, dinheiro nem economias para comprar combustíveis com rendimento energético e dispositivos de uso final. Portanto, em termos coletivos, pagam muito mais por unidade de serviço de energia suprida.
Retirado do livro: Guia Ecológico doméstico de Mauricio Waldman e Dan Scheider. Estel ivro pertence ao acervo KIT PONTO DE LEITURA conquistado pelo programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER quando participou do I CONCURSO PONTOS DE LEITURA2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS DO MINISTERIO DA CULTURA


Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, as informações de leitura ficou a cargo de José Saramago (escritor) que indica o livro: Budapeste de Chico Buarque pela Companhia das Letras e o livro: Rio de Flores de Miguel Sousa Tavares também pela Companhia das letras, indicação da atriz Daniela Escobar ( conforme fotografia)
Na 157° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 13 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM escutamos as seguintes músicas:
Demônios, de Aluísio Azevedo
"O meu quarto de rapaz solteiro era bem no alto; um mirante isolado, por cima do terceiro andar de uma grande e sombria casa de pensão da rua do Riachuelo com uma larga varanda de duas portas, aberta contra o nascente, e meia dúzia de janelas desafrontadas, que davam para os outros pontos, dominando os telhados da vizinhança. Um pobre quarto, mas uma vista esplêndida! Da varanda, em que eu tinha as minhas queridas violetas, as minhas begônias e os meus tinhorões, únicos companheiros animados daquele meu isolamento e daquela minha triste vida de escritor, descortinava-se amplamente, nas encantadoras nuanças da perspectiva, uma grande parte da cidade, que se estendia por ali a fora, com a sua pitoresca acumulação de árvores e telhados, palmeiras e chaminés, torres de igreja e perfis de montanhas tortuosas, donde o sol através da atmosfera, tirava, nos seus sonhos dourados, os mais belos efeitos de luz."
"O fim que há tanto tempo desejam as calamidades deste Estado, e os meios oportunos eficazes que, ou lhe faltam, ou lhe não aproveitam, é tudo, nem mais nem menos, o que em duas figuras coroadas nos representa S. Mateus no texto que propus. Que é o que padece o Brasil? Que é o que deseja tão longamente? O que padece é a guerra, o que deseja é a paz. E quando esta, na infelicidade dos sucessos presentes, parece mais desesperada e sem remédio, para exemplo do remédio e para alento da esperança, oportunamente nos representa o Evangelho a diferença de dois reinados imediatamente sucessivos, um tão famoso, no que padecemos, como outro felicíssimo, no que desejamos."
Felipe José Lindoso e Claudiney Ferreira coordenam uma pesquisa sobre os autores brasileiros mais lembrados fora do país. Entre os mais citados estão Machado de Assis, Milton Hatoum, Rubem Fonseca e Chico Buarque. Para conseguir esses resultados, os dois pesquisadores enviaram questionários para estudiosos da literatura brasileira em vários países desde 2007. "Quase 70% dos entrevistados têm interesse na produção contemporânea; só 5% disseram não ter (o restante não informou)", informa matéria da Folha de S.Paulo.

Sr. Clenaldo Albano de Sousa ( tocador de cavaquinho)
Na 156° edição do programa radiofõnico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 06 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM apreciamos a música: Noites Cariocas de Jacob do Bandolim na interpretação do Sr. Clenaldo Albano de Sousa , tocador de cavaquinho que vive na cidade de Valença Bahia.



Clamor Supremo
Vem comigo por estas cordilheiras!
Põe teu manto e bordão e vem comigo,
Atravessa as montanhas sobranceiras
E nada temas do mortal Perigo!
Sigamos para as guerras condoreiras!
Vem, resoluto, que eu irei contigo
Dentre as águias e as chamas feiticeiras,
Só tendo a Natureza por abrigo.
Rasga florestas, bebe o sangue todo
Da terra e transfigura em astros lodo
O próprio lodo torna mais fecundo.
Basta trazer um coração perfeito,
Alma de eleito, Sentimento eleito
Para abalar de lado a lado o mundo!
Cruz e Sousa

Na 156° edição do programa radiofõnico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 06 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AMA informamos sobre a Banana Prata (Musa Paradisíaca).
O cultivo de bananas pelo Homem teve início no sudeste da Ásia. Existem ainda muitas espécies de banana selvagem na Nova Guiné, na Malásia, Indonésia e Filipinas. Indícios arqueológicos e paleoambientais recentemente revelados em Kuk Swamp na província das Terras Altas Ocidentais da Nova Guiné sugerem que esta actividade remonta pelo menos até 5000 a.C., ou mesmo até 8000 a.C.. Tais dados tornam este local no berço do cultivo de bananas. É provável, contudo, que outras espécies de banana selvagem tenham sido objecto de cultivo posteriormente, noutros locais do sudeste asiático.
Fonte: Wikipédia

Na 156° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 06 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM apreciamos a poesia: Beijos do Céu de Raimundo Correia.
Na 156° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 06 de dezembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM escutamos as seguintes músicas:
Charles Darwin
"O conceito de Charles Darwin sobre a evolução por meio da seleção natural é uma das mais iluminadoras ideias de todos os tempos por entender nossa biosfera e o lugar da humanidade no mundo. Como uma figura icônica, Darwin só pode ser comparado a Newton e Einstein - na verdade, talvez ele tenha tido uma influência mais penetrante na cultura humana do que qualquer outro cientista."Lord Rees of Ludlow, presidente da Royal Society of London (Sociedade Real de Londres para o Progresso do Conhecimento da Natureza).
Site comemorativo dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin.
Após reunião com editoras, distribuidoras e livrarias, os ministérios da Cultura e da Educação comunicaram que o governo federal encaminhará ao Congresso Nacional, ainda este ano, Projeto de Lei que cria o Fundo Pró-Leitura. O encontrou aconteceu em Brasília no último dia 24 de novembro. O PL prevê que a gestão do Pró-Leitura será compartilhada por seis representantes da cadeia produtiva, dois representantes da cadeia criativa do livro, dois representantes da cadeia mediadora da leitura e seis representantes do Governo Federal (MinC e MEC).
Segundo o Blog Pró-Leitura, trata-se de um fundo de recursos financeiros, "composto por dinheiro do orçamento do Governo Federal e pela contribuição das editoras beneficiadas com a alíquota zero do PIS e da Cofins, e que será usado para ampliar o acesso de 77 milhões brasileiros à leitura". O Fundo também irá financiar programas voltados para o acesso ao livro, formação de leitores e para criar incentivos que barateiem o custo de produção e distribuição em todo o país.
Fonte:Boletim PNLL nº 184 - 30/11/2009 a 06/12/2009
Segundo Silvana Meireles, secretária de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, "o Fundo Pró-Leitura propiciará a execução de programas que permitirão aos 30 milhões de consumidores, que chegaram recentemente ao mercado, terem o livro em sua cesta básica de consumo. E para Fabiano dos Santos, diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério, "o Fundo tem que ser visto como um investimento estratégico para o próprio setor", pois visa financiar ações que voltarão diretamente para o fomento da economia do livro.
Fonte:Boletim PNLL nº 184 - 30/11/2009 a 06/12/2009

Na 155° edição do programa radiofõnico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 29 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da poesia de José Régio.
"Vem por aqui" — dizem-me alguns com os olhos docesEstendendo-me os braços, e segurosDe que seria bom que eu os ouvisseQuando me dizem: "vem por aqui!"Eu olho-os com olhos lassos,(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)E cruzo os braços,E nunca vou por ali...A minha glória é esta:Criar desumanidades!Não acompanhar ninguém.— Que eu vivo com o mesmo sem-vontadeCom que rasguei o ventre à minha mãeNão, não vou por aí! Só vou por ondeMe levam meus próprios passos...Se ao que busco saber nenhum de vós respondePor que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,Redemoinhar aos ventos,Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,A ir por aí...Se vim ao mundo, foiSó para desflorar florestas virgens,E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vósQue me dareis impulsos, ferramentas e coragemPara eu derrubar os meus obstáculos?...Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,E vós amais o que é fácil!Eu amo o Longe e a Miragem,Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,Tendes jardins, tendes canteiros,Tendes pátria, tendes tetos,E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...Eu tenho a minha Loucura !Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;Mas eu, que nunca principio nem acabo,Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,Ninguém me peça definições!Ninguém me diga: "vem por aqui"!A minha vida é um vendaval que se soltou,É uma onda que se alevantou,É um átomo a mais que se animou...Não sei por onde vou,Não sei para onde vouSei que não vou por aí!
José Régio, pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira, nasceu em Vila do Conde em 1901. Licenciado em Letras em Coimbra, ensinou durante mais de 30 anos no Liceu de Portalegre. Foi um dos fundadores da revista "Presença", e o seu principal animador. Romancista, dramaturgo, ensaísta e crítico, foi, no entanto, como poeta. que primeiramente se impôs e a mais larga audiência depois atingiu. Com o livro de estréia — "Poemas de Deus e do Diabo" (1925) — apresentou quase todo o elenco dos temas que viria a desenvolver nas obras posteriores: os conflitos entre Deus e o Homem, o espírito e a carne, o indivíduo e a sociedade, a consciência da frustração de todo o amor humano, o orgulhoso recurso à solidão, a problemática da sinceridade e do logro perante os outros e perante a si mesmos.
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Na 155° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 29 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM oferecemos como desafio musical a música: Ave Maria pro nosso amor com Luiz Carlos Magno.
"Ave Maria Pro Nosso Amor"
Grav.Luis carlos Magno
E eu chorei , chorei eu chorei
chorei por você meu ex amor
E eu gritei, gritei o seu nome
Seu nome gritei você nem ligou
Se existe alguem que queira um coração
tão magoado desse pobre desesperado
Que não tem nem onde morar
Se alguem souber de um outro alguem
Que esteja sozinho e foi enganado
E queira carinho venha comigo falar
Por isso andei, andei pelo mundo
Em busca de algo e não encontrei
E eu penei, penei
tão sozinho
Senti muito frio mas aguentei
você falou, você falou que só a mim amava
Me deixando nessa estrada
Você mentiu e me enganou
Você falou sim e casaria
mas com o tempo que fui ver
Que me enganei foi um sonho acordei
E eu jurei, jurei por Deus, nossso senhor
Até cantei, cantei e rezei
Ave maria pro nosso amor
http://luizcarlosmagno.blogspot.com

Na 155° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 29 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre o melão. Fruta provavelmente nativa do Oriente Médio. O melão é bastante refrescante e por esse motivo indicado para os meses de calor. Contém quantidades razoáveis de Cálcio, Fósforo e Ferro, que contribuem para a formação dos ossos, dentes e sangue. Tem também vitamina A que protege a visão, vitamina C, que age contra infecções,e Niacina, que combate problemas de pele.
Maduro, o melão é bom como calmante, diurético e laxante. É também recomendado nos casos de gota, reumatismo, artrite, obesidade, colite, prisão de ventre, afecções renais, nefrite, cistite e infecções ginecológicas.
Na 155° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ao no dia 29 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM escutamos as seguintes músicas:
O amor me fere é debaixo do braço
de um vão entre as costelas.
Atinge o meu coração é por esta via inclinada.
Eu ponho o amor no pilão com cinza
e grão roxo e soco.
Macero ele,
faço dele cataplasma
e ponho sobre a ferida.
Adélia Prado

Lygia Fagundes Telles foi proclamada a intelectual do Ano (2008) e receberá o Troféu Juca Pato no próximo dia 30 de novembro, na Faculdade de Direito da Universidade São Paulo. A 45ª versão do Juca Pato, conferida pela União Brasileira, será entregue por Antonio Cândido de Mello e Souza, vencedor do ano anterior. Confira abaixo a seção Favoritos desta edição com a autora.
Passo a Palavra.

Que belíssima fotografia!
Em família: Sr. Clenaldo (irmão de D. Alice) , Dona Alice (mãe de Neusa) e Dona Neusa
A simplicidade de um ser humano que ama a música!
Sr. Clenaldo e sua esposa Neilde
Dona Neuza (Querida) Lena e Dona Alice Antonia Pereira
Lilita, Neuza (Querida), Lena, Dona Alice e Sr. Clenaldo
Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre a pesquisa que vem realizando o professor Vilson Caetano de Sousa Júnior, estudiosos das questões afro-brasileira. Os trabalhos do professor Vilson Caetano já foram divulgados em várias edições do ALACAZUM PALAVARAS PARA ENTRETER.
Africanos e africanas desde cedo influenciaram a economia da cidade de Salvador e Recôncavo baiano. Um trabalho realizado nos arquivos da cidade de Cachoeira, por exemplo, foi capaz de nos revelar ocupações variadas. Certo é que muito antes da economia entrar em declínio no século XIX, homens e mulheres negras transitaram nas cidades com gamelas e tabuleiros, verdadeiros altares andantes onde iguarias africanas alternavam-se o tempo todo com comidas, ora de origem indígena, portuguesa, ora moura, africanizadas pelos sentimentos e modos de preparar que faziam referência a um passado que a escravidão não foi capaz de apagar.
Autores como Pierre Verger e Roger Bastide nos legaram trabalhos bastante ilustrativos sobre a importância da arte de mercar e do mercado para os diversos grupos que nos constituíram. Mercado este, atravessado de sacralidade, fato que levou alguns autores à confusão entre a comida ritual e as vendidas nas ruas. É bem certo que muito antes da constituição dos cultos descritos a partir do século XIX, as ruas sempre conheceram “comidas africanas”.
O professor de grego Vilhena, nas suas famosas cartas, nos informa sobre algumas destas iguarias, pena que poucas delas permaneceram no tabuleiro, não cedendo espaço aos modismos e invenções que na atualidade acompanham a cozinha afro-brasileira.
Como esquecer das chamadas “carambolas”, mulheres citadas por Vilhena que regulavam senão a economia, parte dela, impondo seus preços aos peixes comercializados numa das portas da cidades? Chamadas de atravessadoras, estas libertas foram motivo de atenção.
E como não falar sobre as mulheres que vendiam nas suas gamelas carnes como mocotó, fato, sarapatel e outras iguarias ainda hoje condenadas pelo “nutricionismo”, ora amparado pelo discurso higienista, ora pela busca de comidas mais saudáveis?
Gosto muito de uma tela de Debret que retrata a venda nas ruas da cidade antiga do Rio de Janeiro. Vale a pena contemplar os tachos de angu justapostos, denotando que tal iguaria já havia caído no gosto popular. E o vatapá aclamado nas mesas parisienses, segundo Câmara Cascudo? Outro exemplo de iguaria afro-brasileira no mundo.
Não podemos deixar de citar o velho Gilberto Freyre que atento chamou a atenção para os doces dos tabuleiros que nas ruas de Recife rivalizavam com os que saiam dos conventos. Falando em doces, onde foi parar a “amoda”? Será que as doceiras “perderam o ponto”, ou a mistura de rapadura com farinha de mandioca e gengibre não sobreviveu aos novos gostos? E o aberém? Segundo Manuel Querino, transformado em refresco.
Este sim, ainda podemos encontrar em alguns terreiros de candomblé como comida litúrgica. Talvez a sua permanência se explique por fazer parte de iguarias que ninguém tem acesso à sua feitura que não se vê nem a panela, nem o fogo e muito menos a fumaça. É comida sobre a qual ninguém fala, ou não está autorizado a falar pelo “segredo”.Aberém também já foi comida de rua.
Hoje a moda é o akarajé, não o akará bem parecido com os que ainda hoje podem ser encontrados nas ruas de algumas cidades africanas, mas o semelhante ao hambúrguer, acompanhado com o refrigerante de cola. Resguardadas as criticas, que bom que ele permaneceu, juntamente com o abará, a passarinha e o bolinho de estudante. Até a pimenta ficou menos picante, respeitando a exigência da demanda turística.
Não podemos deixar passar as “mulheres do mingau”. Mingaus de milho, tapioca, carimã que continuam presentes dando “sustança” aos fregueses, sem falar no mungunzá e no cuscuz de tapioca que nunca deixaram de ser itinerantes. Hoje transitam nos carrinhos empurrados pelos “meninos”, resistindo a todo e qualquer “discurso higienista” que insiste sobre os perigos da contaminação através das “comidas de rua”.
Bom mesmo foi que estas comidas deram visibilidade nos últimos anos à inserção do homem negro e da mulher negra na economia da cidade de Salvador, os tirando do anonimato e da classificação na maioria das vezes preconceituosa do mercado informal, o que para nós é excelente, pois traz a memória de Maria de São Pedro, Cecília do Bonocô, Aninha e tantas outras mulheres que através do comércio de elementos rituais ou iguarias reforçaram os laços entre partes do Continente Africano, a Ásia e o Brasil.
Estas “mulheres de saia” merecem mesmo o título de “mulheres do partido alto”, ou “homens de elite” como Martiniano Eliseu do Bonfim e Felisberto Sowzer, exímio conhecedor de inglês, conhecido como Benzinho, descendente direto da família Bangboxé.
Homens e mulheres com seus balangandãs, que acumularam riquezas, retraçaram a própria cidade, que mesmo estigmatizados nos legaram a maior fortuna; o orgulho de nos sentirmos seus descendentes quando descobrimos que somos negros.
Vilson Caetano é pós-doutor em antropologia e professor da UfbaVilson Caetano
Africanos e africanas desde cedo influenciaram a economia da cidade de Salvador e Recôncavo baiano. Um trabalho realizado nos arquivos da cidade de Cachoeira, por exemplo, foi capaz de nos revelar ocupações variadas. Certo é que muito antes da economia entrar em declínio no século XIX, homens e mulheres negras transitaram nas cidades com gamelas e tabuleiros, verdadeiros altares andantes onde iguarias africanas alternavam-se o tempo todo com comidas, ora de origem indígena, portuguesa, ora moura, africanizadas pelos sentimentos e modos de preparar que faziam referência a um passado que a escravidão não foi capaz de apagar.
Autores como Pierre Verger e Roger Bastide nos legaram trabalhos bastante ilustrativos sobre a importância da arte de mercar e do mercado para os diversos grupos que nos constituíram. Mercado este, atravessado de sacralidade, fato que levou alguns autores à confusão entre a comida ritual e as vendidas nas ruas. É bem certo que muito antes da constituição dos cultos descritos a partir do século XIX, as ruas sempre conheceram “comidas africanas”.
O professor de grego Vilhena, nas suas famosas cartas, nos informa sobre algumas destas iguarias, pena que poucas delas permaneceram no tabuleiro, não cedendo espaço aos modismos e invenções que na atualidade acompanham a cozinha afro-brasileira.
Como esquecer das chamadas “carambolas”, mulheres citadas por Vilhena que regulavam senão a economia, parte dela, impondo seus preços aos peixes comercializados numa das portas da cidades? Chamadas de atravessadoras, estas libertas foram motivo de atenção.
E como não falar sobre as mulheres que vendiam nas suas gamelas carnes como mocotó, fato, sarapatel e outras iguarias ainda hoje condenadas pelo “nutricionismo”, ora amparado pelo discurso higienista, ora pela busca de comidas mais saudáveis?
Gosto muito de uma tela de Debret que retrata a venda nas ruas da cidade antiga do Rio de Janeiro. Vale a pena contemplar os tachos de angu justapostos, denotando que tal iguaria já havia caído no gosto popular. E o vatapá aclamado nas mesas parisienses, segundo Câmara Cascudo? Outro exemplo de iguaria afro-brasileira no mundo.
Não podemos deixar de citar o velho Gilberto Freyre que atento chamou a atenção para os doces dos tabuleiros que nas ruas de Recife rivalizavam com os que saiam dos conventos. Falando em doces, onde foi parar a “amoda”? Será que as doceiras “perderam o ponto”, ou a mistura de rapadura com farinha de mandioca e gengibre não sobreviveu aos novos gostos? E o aberém? Segundo Manuel Querino, transformado em refresco.
Este sim, ainda podemos encontrar em alguns terreiros de candomblé como comida litúrgica. Talvez a sua permanência se explique por fazer parte de iguarias que ninguém tem acesso à sua feitura que não se vê nem a panela, nem o fogo e muito menos a fumaça. É comida sobre a qual ninguém fala, ou não está autorizado a falar pelo “segredo”.Aberém também já foi comida de rua.
Hoje a moda é o akarajé, não o akará bem parecido com os que ainda hoje podem ser encontrados nas ruas de algumas cidades africanas, mas o semelhante ao hambúrguer, acompanhado com o refrigerante de cola. Resguardadas as criticas, que bom que ele permaneceu, juntamente com o abará, a passarinha e o bolinho de estudante. Até a pimenta ficou menos picante, respeitando a exigência da demanda turística.
Não podemos deixar passar as “mulheres do mingau”. Mingaus de milho, tapioca, carimã que continuam presentes dando “sustança” aos fregueses, sem falar no mungunzá e no cuscuz de tapioca que nunca deixaram de ser itinerantes. Hoje transitam nos carrinhos empurrados pelos “meninos”, resistindo a todo e qualquer “discurso higienista” que insiste sobre os perigos da contaminação através das “comidas de rua”.
Bom mesmo foi que estas comidas deram visibilidade nos últimos anos à inserção do homem negro e da mulher negra na economia da cidade de Salvador, os tirando do anonimato e da classificação na maioria das vezes preconceituosa do mercado informal, o que para nós é excelente, pois traz a memória de Maria de São Pedro, Cecília do Bonocô, Aninha e tantas outras mulheres que através do comércio de elementos rituais ou iguarias reforçaram os laços entre partes do Continente Africano, a Ásia e o Brasil.
Estas “mulheres de saia” merecem mesmo o título de “mulheres do partido alto”, ou “homens de elite” como Martiniano Eliseu do Bonfim e Felisberto Sowzer, exímio conhecedor de inglês, conhecido como Benzinho, descendente direto da família Bangboxé.
Homens e mulheres com seus balangandãs, que acumularam riquezas, retraçaram a própria cidade, que mesmo estigmatizados nos legaram a maior fortuna; o orgulho de nos sentirmos seus descendentes quando descobrimos que somos negros.
Vilson Caetano é pós-doutor em antropologia e professor da Ufba

Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM oferecemos como desafio musical a música: She made me cry com PHOLHAS banda criada no ano de 1969 com a seguinte formação: Helio Santisteban (teclado), Paulo Fernandes (bateria), Oswaldo Malagutti (baixo) e Wagner "Bitão" Benatti (guitarra), com os quatro se revezando nos vocais.
Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre os 3rs: Reduzir, reutilizar e reciclar
Retirado do livro:Seis razões para diminuir o LIXO no mundo de Nílson José Machado e Silmara Rascalha Casadei. Ilustração de Vera Andrade. Este livro pertence ao acervo KIT PONTO DE LEITURA conquistado pelo ALACAZUM no I CONCURSO PONTOS DE LEITURA: 2008 HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS.


Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio CLube de Valença 650 KHZ AM continuamos a leitura da fábula: O gato malhado e a andorinha Sinhá de Jorge Amado. Este livro faz parte do acervo KIT PONTOS DE LEITURA conquistado pelo ALACAZUM no I CONCURSO PONTOS DE LEITURA 2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS DO MINISTERIO DA CULTURA.

Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM oferecemos como desafio musical a música: Amor com amor se paga na voz de Carmem Silva.
Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, escutamos as seguintes músicas:


Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM as dicas de leitura foi do ator Ney Latorraca que indicou o livro: Maiakovski, o poeta da revolução e da cantora Teté Espindola que indicou o livro: a arte da felicidade de Dalai Lama.
Na 154° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 22 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM informamos sobre a importância de sorrir.
1- Ao rires, o movimento brusco provocado no diafragma favorece a função respiratória;
2- 20 segundos de gargalhada equivalem a 1 hora de remo;
3- Durante o riso, os pulmões movem 12 litros de ar em vez dos 6 habituais;
4- Um sorriso evita as ondas negativas, o stress e a raiva;
5- Um sorriso transmite ou comunica sentimentos de amor, amizade e carinho;
6- Sorrir 100 vezes equivale aproximadamente a 15 minutos andando de bicicleta;
7- Aumenta a atividade de celulas responsáveis pela destruição de tumores (células malignas) e alivia a dor.

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da poesia de Olavo Bilac.

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM homenageamos através de desafio musical o cantor brasileiro NELSON NED com a música: Tudo passará.

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM prosseguimos com a leitura do libro: O GATO MALHADO E ANDORINHA SINHÁ de JORGE AMADO iniciada no dia 1 de novembro de 2009. Este libro pertence ao acervo KIT PONTO DE LEITURA, conquistado pelo ALACAZUM quando ganhou o I CONCURSO PONTOS DE LEITURA 2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS DO MINISTERIO DA CULTURA.

une histoire de plage mêlé de sable et d'eau
dans un coquillage, la voilure d'un bateau
qui se balancait sur le bord du soleil
en portant, qui sait, nos illusions nées de la veille
j'ai trop souvant fais naufrage pour n'avoir pas su dire
alors qui le fallait, avec de mots nouveaux,
la mer que je t'offrais pour tes voyages
je connais des vagues qui roules doucement
un tisson des algues, les nuages poussaient levant,
qui joues la couleur et qui peint la musique
en orchestrant les fleurs d'un casino aquatique
je te donne l'ocean
pour que te tu souvienne
des course dans le vent
que nous faisions ensemble
espèront que l'amour
serait au large
une histoire de plage mêlé de sable et d'eau
dans un coquillage, la voilure d'un bateau
qui se balancait sur le bord du soleil

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da beleza do poema: ANNABEL LEE de Edgar Allan Poe tradução de Fernando Pessoa.

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, informamos sobre o livro: Raí com Soninha e Milly Lacombe- Para ser jogador de futebol Dicas de um campeão para você se tornar um jogador profissional de sucesso. Este livro pertence ao acervo KIT PONTO DE LEITURA do Ministerio da Cultura conquistado pelo ALACAZUM quando do I CONCURSO PONTOS DE LEITURA 2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS.
Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM escutamos as seguintes músicas:

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM visitamos o livro: Nossas Raízes Africanas, organização de Vilson Caetano de Sousa Júnior: Antropólogo, Doutor em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Professor da Universidade do Estado da Bahia, membro do grupo religião, memória e identidade da PUC-SP, pesquisador da FAPESB, nascido na cidade de Valença Bahia.
Para nós negros, 13 de maio de 1888, representa um golpe no processo da luta dos movimentos que exigiam o fim real da escravidão e do preconceito racial, com a recuperação da cidadania e da dignidade por uma sociedade republicana e democrática no Brasil. A Lei Áurea, bem como as demasi leis predecessoras: como a Lei do Ventre Livre, ou Lei do Sexagenário, só revelaram o engodo de uma alforia formal, que na prática jogaria o negro na marginalização social. Daí o movimento negro, buscar no 20 de novembro de 1695, data do Combate Glorioso em que Zumbi dos Palmares resistiu até a morte contra os ataques do Poder Imperial da época, nossa verdadeira data de luta por uma sociedade mais justa e sem preconceito racial.
O 13 de maio, fica apenas como o reconhecimento de que o Estado brasileiro tem uma divida moral e monetária para com a população negra. Monetária porque foram mais de duzentos anos de trabalho não remunerado; moral porque a escravidão do negro representa o pior holocausto da sociedade moderna.

Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio CLube de Valença 650 KHZ AM homenageamos mais uma vez os 170 anos de nascimento do escritor Casimiro de Abreu que nasceu no dia 04 de janeiro de 1839 recitando o belo poema: Poesia e Amor.


Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA
ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio
Clube de Valença 650 KHZ AM a dica de leitura ficou a cargo da escritora Eva
Funari que indicou o livro: Ana Karenina de Leon Tolstoi e também do músico (da banda Titãs) e escritor
Toni Belloto, (casado com a atriz Malu Mader) que indicou o livro: Os desbravadores de Felipe Fernandes Arnesto.
Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM desfrutamos da literatura de Humberto de Campos.
A reunião de Copenhague, a Conferência das Partes (COP-15), tem como objetivo chegar a um novo acordo sobre o clima para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. No entanto, a poucas semanas do encontro, os países permanecem divididos.
Entre as principais divergências está a meta de cortes de emissões de gases poluentes para os países desenvolvidos.
Outro ponto de discórdia é a definição sobre o volume de recursos que as nações ricas deverão destinar para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir suas emissões e financiar projetos de adaptação.
Os países ricos, cujas economias sofreram com a crise mundial, enfrentam pressões internas para reduzir gastos. Também argumentam que algumas nações em desenvolvimento mais avançadas teriam condições financeiras para arcar com a maior parte dos projetos.
Os países em desenvolvimento não concordam em contribuir financeiramente. Argumentam que as nações ricas são historicamente as maiores poluidoras e, por isso, deveriam arcar com os custos de adaptação dos países mais pobres.
Na segunda-feira, na abertura da última reunião preparatória para Copenhague, realizada em Barcelona, na Espanha, o secretário-executivo da Convenção do Clima da ONU, Yvo de Boer, afirmou que os próximos dias serão cruciais para a obtenção de um acordo.
O diretor do Departamento do Meio Ambiente do Itamaraty, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, que é o negociador-chefe da delegação brasileira, embarcaria nesta terça-feira para Barcelona.
Fonte:
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Na 153° edição do programa radiofônico ALACAZUM PALAVRAS PARA ENTRETER que foi ao ar no dia 15 de novembro de 2009, transmissão pela Rádio Clube de Valença 650 KHZ AM, homenageamos mais uma vez o poeta Patativa do Assaré neste ano em que se comemora 100 anos de aniversário de nascimento. Para isso utilizamos o livro: Cante lá que eu canto cá, que faz parte do acervo do KIT PONTO DE LEITURA conquistado pelo ALACAZUM quando participou do I Concurso PONTOS DE LEITURA 2008: HOMENAGEM A MACHADO DE ASSIS onde desfrutamos do poema: EU QUERO